Ora aqui está uma planta conhecida por ser muito utilizada em Portugal, e isso nem é bem verdade. Esta planta encontra-se no atlântico sul, desde Portugal até ao norte de Marrocos. Esta planta é utilizada nessas zonas como apanha-moscas, mas nem sempre com o conhecimento prévio de que faz parte da família das Carnívoras. Drosophyllum LusitanicumFamilia:Droseracea Origem:de Portugal a Marocos Tipo Armadilha:Passiva Dimensão:de 60 a 150cm Temp:18-35ºC (Verão) 5-15ºC(inverno) Substracto: mistura de 1/3 Turfa e 1/3 Esfagno, 1/3 Areia Luz:Directa Humidade:40-60% Dificuldade:Planta de difícil cultivo em vaso, mais fácil em jardim |
Planta originária de Portugal com presenças em Marrocos, cresce em zonas com solos rochosos e ácidos até 30 km do mar. A planta aguenta calor intenso e secas durante o verão e chuvas torrenciais durante o Inverno.
Aproveita a bruma nocturna utilizando as glândulas que possui nos pelos.
Esta Drosophyllum cresce portanto em zonas muito diferentes das ditas normais para a maioria das plantas carnívoras.
De um aspecto semelhante a um arbusto, esta planta é vivace e pode atingir grande porte (150Cm).
As suas folhas muito finas estão totalmente recobertas por glândulas, glândulas essas que segregam a substância à qual os insectos são atraídos. Dispõe igualmente de glândulas digestivas, na base das folhas.
Como apanha as presas
O insecto é atraído pelo odor a mel que é produzido pela planta. Ao mínimo contacto, o insecto tenta debater-se para fugir. Com esses movimentos, o insecto fica ainda mais colado à planta acabando por morrer de cansaço.

Por efeito da gravidade acaba por cair à base das folhas, onde as glândulas digestivas segregam as enzimas e os ácidos necessários para a sua digestão. Um mosquito é digerido em 24 horas.
De aspecto muito vivo na natureza, em cultivo, a planta pode ter dificuldades se por exemplo não for respeitado o período de repouso ou mesmo se for regada em demasia durante o verão.
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