Drosera (as rusticas)
Biotipo
Drosera (anglica, linearis, rotundifolia, capensis, corsica, beleziana e longifolia)Familia:Droseraceae Origem:Europa, EUA e África do Sul Tipo Armadilha:Semi-activo Dimensão:de 15 a 30cm Temp:18-30ºC (Verão) 2-12ºC(inverno) Substracto: 40% de turfa e 40% esfagno 20% perile Luz:Directa (meia luz no pico do verão) Humidade:60-70% Dificuldade:Fácil, incluive ao esterior |
Esta planta de aspecto magnífico (fotografada em "macro" ela mostra toda a sua beleza) e razoavelmente rústica pode sem dúvida ser uma boa planta de iniciação ao mundo das carnívoras. Planta que vive na companhia de esfagno no seu solo muito ácido e húmido.
Esta planta pode sobreviver a um Inverno mais rigoroso (sem gelo), utilizando um tubérculo que germina na primavera seguinte. Este hibernáculo, permite criar novas colónias na natureza. Formando-se no centro da roseta é constituído por folhar fechadas sobre elas mesmas criando um "bolbo".
A partir do momento em que se forma o hibernáculo deverá reduzir a rega de maneira a conservar o substrato somente húmido mas sem saturado de água, como é prática no verão.
Planta utilizada para fins medicinais, calmante, diurético e expectorante.
Se cultivar estas espécies mais rústicas em vasos, não as guarde dentro de casa durante o Inverno, utilize uma estufa-fria ou um local com temperatura entre 5 e 10ºC.

Como apanha as presas
O "funcionamento" das droseras idêntico entre todas as espécies. Elas dispõem de pelos cobertos de uma substância pegajosa. Ao sol estas gotículas pegajosas brilham como orvalho, os insectos à procura de água, deixam se enganar e posam na planta.
No preciso momento em que o insecto pousa na folha, esta "rola" sobre o insecto. Quanto mais o insecto se debater, mais a folha ou mesmo outras vizinhas que o insecto tenha também tocado ao debater-se, participam ao "afogamento" da presa.
As glândulas digestivas começam imediatamente o trabalho de decompor o insecto em substâncias nutritivas para a planta. A folha que prende o insecto dobra-se em caracol até levar o insecto para o centro da planta, onde é digerido. No centro da planta as substancia digestivas já activadas passam a digerir o insecto. Em várias espécies, as folhas enrolam o insecto totalmente. Aumentando a zona de contacto.
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Comentário #1
(Colocado por Samuel)





adorei essa reportagem pois não sabia que elas podiam florir, e a beleza de suas flores chega a chegar perto das orquideas.






